terça-feira, 15 de maio de 2012
Famílias Hmong são desalojadas por se converterem ao cristianismo no Vietnã
No dia 9 de maio de 2011, um protesto de cristãos Hmong, por mais liberdade religiosa e reforma agrária foi anulado pelas forças de segurança no Vietnã. Os confrontos resultaram na morte de 28 pessoas. Outros estão desaparecidos
Mais tarde, naquele mesmo mês, manifestantes Hmong desarmados foram alvo de ataques de helicópteros ao longo da fronteira com o norte do país. Os relatórios mostraram que 63 manifestantes pacíficos foram mortos.
Um ano depois, parece que pouca coisa mudou. Em março, a agência de notícias BBC informou que oito cristãos Hmong, dos confrontos de 2011, tinham sido condenados a penas de dois anos e meio de prisão, por "perturbaem a ordem social". Recentemente, cristãos Hmong foram expulsos de suas casas.
A organização Voz dos Mártires do Canadá relatou que os cristãos Hmong do Vietnã estão enfrentando oposição das autoridades da vila por terem adotado o cristianismo como fé. Três famílias foram expulsas de sua aldeia na província de Cao Bang, no norte do país. As famílias se converteram a Cristo depois que um trabalhador Hmong, cristão, orou por um membro de seua família que estava doente e este foi curado.
As famílias cristãs, que incluem um total de 13 pessoas, devem encontrar um novo lugar para morar já que as autoridades não permitirão que retornem para a aldeia.
Da mesma forma, na província tailandesa de Nguyen, também no norte do Vietnã, uma família Hmong foi obrigada a deixar sua aldeia, devido à oposição dos líderes da aldeia contra a sua fé cristã.
Os cristãos Hmong continuam enfrentando o estigma de serem simpatizantes do imperialismo norte americano. Os preconceitos contra eles existem desde a guerra do Vietnã quando alguns deles colaboraram com a CIA.
Pedidos de oração
• Ore para que os cristãos Hmong do Vietnã e suas famílias continuem testemunhando de Cristo corajosamente em seus vilarejos e aldeias.
• Peça a Deus que supra todas as suas necessidades, física, emocionais e espirituais.
Fonte: Portas Abertas - http://www.portasabertas.org.br
Irã pede a identificação de todos os cristãos do país
Os cristãos de Teerã, capital iraniana, terão que se identificar para o governo que deseja saber quem são os membros das igrejas oficializadas no país.
A Igreja Assembleia de Deus Central de Teerã já passou o recado aos seus fiéis dizendo que é necessário fornecer os dados pedidos para as autoridades.
De acordo com um cristão iraniano, Monsour Borji, essa atitude pode impedir que as igrejas tenham novos membros. “Esse posicionamento do governo é basicamente para impedir que a igreja tenha novos membros e para tornar mais difícil e arriscado, ainda, para os não-cristãos a participação em qualquer atividade cristã”, disse ele.
Os membros estão com medo e possuem um motivo para isso: quem aceitar entregar seus números de identificação pode passar a ser controlado pelo governo tendo que negar a cristo.
“Há muito tempo as igrejas são vigiadas, mas esta nova exigência é outro sinal de que eles estão procurando controlar e limitar os muçulmanos do contato com as igrejas”, disse um especialista na região, que não quis ser identificado.
O governo do Irã tem tomado diversas medidas para impedir o crescimento de cristãos no país, em fevereiro duas igrejas oficiais foram impedidas de continuar a ministrando em persa, mas nem mesmo essa medida conteve a conversão de diversos muçulmanos.
“A ideia de uma igreja cultuar a Deus em persa é uma grande ameaça a um regime que exige monopólio religioso”, disse Borji que explicou que para o governo iraniano o cristianismo é considerado como inimigo do Estado e os cristãos são ditos como espiões do Ocidente que tem como objetivo destruir a República islâmica.
Borji diz que a situação dos cristãos é crítica e que os líderes estão sob vigilância constante e os membros são chamados para interrogatórios ocasionalmente. Fora isso as autoridades restringem a publicação de materiais cristãos, incluindo Bíblias.
Com informações Portas Abertas
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/ira-pede-a-identificacao-de-todos-os-cristaos-do-pais/#ixzz1uzlDMWJD
A Igreja Assembleia de Deus Central de Teerã já passou o recado aos seus fiéis dizendo que é necessário fornecer os dados pedidos para as autoridades.
De acordo com um cristão iraniano, Monsour Borji, essa atitude pode impedir que as igrejas tenham novos membros. “Esse posicionamento do governo é basicamente para impedir que a igreja tenha novos membros e para tornar mais difícil e arriscado, ainda, para os não-cristãos a participação em qualquer atividade cristã”, disse ele.
Os membros estão com medo e possuem um motivo para isso: quem aceitar entregar seus números de identificação pode passar a ser controlado pelo governo tendo que negar a cristo.
“Há muito tempo as igrejas são vigiadas, mas esta nova exigência é outro sinal de que eles estão procurando controlar e limitar os muçulmanos do contato com as igrejas”, disse um especialista na região, que não quis ser identificado.
O governo do Irã tem tomado diversas medidas para impedir o crescimento de cristãos no país, em fevereiro duas igrejas oficiais foram impedidas de continuar a ministrando em persa, mas nem mesmo essa medida conteve a conversão de diversos muçulmanos.
“A ideia de uma igreja cultuar a Deus em persa é uma grande ameaça a um regime que exige monopólio religioso”, disse Borji que explicou que para o governo iraniano o cristianismo é considerado como inimigo do Estado e os cristãos são ditos como espiões do Ocidente que tem como objetivo destruir a República islâmica.
Borji diz que a situação dos cristãos é crítica e que os líderes estão sob vigilância constante e os membros são chamados para interrogatórios ocasionalmente. Fora isso as autoridades restringem a publicação de materiais cristãos, incluindo Bíblias.
Com informações Portas Abertas
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/ira-pede-a-identificacao-de-todos-os-cristaos-do-pais/#ixzz1uzlDMWJD
domingo, 13 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
Numero de cristãos cresce no Afeganistão, a despeito das dificuldades
Um crescente número de afegãos, incluindo políticos, estão abraçando o cristianismo. Eles se reunem em igrejas domésticas, apesar da perseguição e ataques contra suas vidas por militantes islâmicos
De acordo com a agência cristã de noticias Mohabat News, " informaram as autoridades afegãs", o cristianismo tem granhado espaço no país "entre os jovens e outras camadas da sociedade". "Igrejas domésticas" estão crescendo tremendamente", disseram funcionários do governo.
Um funcionário não identificado teria dito que, pelo menos, "mais de 10 igrejas operam secretamente em casas residenciais". A agência BosNewsLife noticiou ainda que, fora abordada por afegãos querendo obter mais informações sobre a Bíblia.
O Cristianismo no parlamento
A agencia de noticias Voz dos Martires do Canadá (VOMC) informou que existem relatórios que indicam que alguns membros do parlamento afegão adotaram o cristianismo como nova fé.
Uma agencia de noticias irâniana publicou um relatório sobre essas conversões, dizendo: "Evangelismo e propaganda cristã estão ocorrendo no país em grande escala ", disse a VOMC.
"Esta é a primeira vez que aqueles que se dizem representantes do povo afegão não só se tornaram "apóstatas", mas se uniram a ministérios cristãos para evangelizar", concluiu.
Apostasia, ou abandonar o Islã, é um ato passível de morte pela legislação do Afeganistã. Há vários casos no país de cristãos foram detidos sob a acusação de apostasia.
A despeito disso, os parlamentares cristãos "querem servir aos muçulmanos do Parlamento através de atitudes cristãs". Nenhum nome foi revelado, por questões de segurança.
"Embora haja relativa liberdade para a prática de outras religiões no Afeganistão, não se pode propagar outras religões ou converter um muçulmano", acrescentou a VOMC.
Os muçulmanos constituem a maioria da população afegã, estima-se que os cristãos sejam apenas apenas 0,01%, de acordo com diversas fontes.
Fonte: Portas Abertas
De acordo com a agência cristã de noticias Mohabat News, " informaram as autoridades afegãs", o cristianismo tem granhado espaço no país "entre os jovens e outras camadas da sociedade". "Igrejas domésticas" estão crescendo tremendamente", disseram funcionários do governo.
Um funcionário não identificado teria dito que, pelo menos, "mais de 10 igrejas operam secretamente em casas residenciais". A agência BosNewsLife noticiou ainda que, fora abordada por afegãos querendo obter mais informações sobre a Bíblia.
O Cristianismo no parlamento
A agencia de noticias Voz dos Martires do Canadá (VOMC) informou que existem relatórios que indicam que alguns membros do parlamento afegão adotaram o cristianismo como nova fé.
Uma agencia de noticias irâniana publicou um relatório sobre essas conversões, dizendo: "Evangelismo e propaganda cristã estão ocorrendo no país em grande escala ", disse a VOMC.
"Esta é a primeira vez que aqueles que se dizem representantes do povo afegão não só se tornaram "apóstatas", mas se uniram a ministérios cristãos para evangelizar", concluiu.
Apostasia, ou abandonar o Islã, é um ato passível de morte pela legislação do Afeganistã. Há vários casos no país de cristãos foram detidos sob a acusação de apostasia.
A despeito disso, os parlamentares cristãos "querem servir aos muçulmanos do Parlamento através de atitudes cristãs". Nenhum nome foi revelado, por questões de segurança.
"Embora haja relativa liberdade para a prática de outras religiões no Afeganistão, não se pode propagar outras religões ou converter um muçulmano", acrescentou a VOMC.
Os muçulmanos constituem a maioria da população afegã, estima-se que os cristãos sejam apenas apenas 0,01%, de acordo com diversas fontes.
Fonte: Portas Abertas
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Aluno é suspenso de escola por usar camiseta com dizer evangélico
Um adolescente canadense foi suspenso da escola por usar uma camiseta com os dizeres “A vida sem Jesus é um desperdício. Filipenses 3:8″. William Swinimer, 19 anos, de Chester Basin, Canadá, está no último ano da escola de ensino médio Forest Heights Community School. Ele alega que vem sofrendo perseguição religiosa.
Por causa dos dizeres de sua camiseta, ele já recebeu várias suspensões e atualmente enfrenta uma punição de cinco dias. Mesmo assim, alega que não irá parar de usar a camiseta.
Faye Sonier, assessores jurídicos, para o Centro de Fé e Vida Pública, ligado à Associação Evangélica do Canadá, disse que as medidas disciplinares da escola foram “inapropriadas”.
“Era inadequado a escola a suspender o aluno. O estudante simplesmente exerceu seu direito à liberdade de expressão e de religião”, disse Sonier. “As escolas e conselhos escolares parecem pensar que as escolas públicas devem ser uma zona livre de religião, mas isso não é certo. Na verdade, a Suprema Corte do Canadá deixou claro que as escolas devem ser um espaço inclusivo e acolhedor para todos”.
Em uma entrevista a uma publicação canadense, a Superintendente Educacional da Província, Nancy Pynch-Worthylake, explicou que Swinimer teve problemas por que alguns colegas reclamaram sobre a camisa.
“Eu sei que estão dizendo por ai que, de alguma forma, nós não permitimos crenças religiosas na escola, algo que é totalmente falso”, disse Pynch-Worthylake ao jornal National Post. “A questão é que outros alunos estão dizendo ter sentido que tratava-se de uma crítica a suas crenças. Foi só isso o que aconteceu nesta situação”.
Sonier explica que a mensagem da camisa não poderia ser visto como um conteúdo ofensivo e que os alunos e professores da escola deveriam “superar isso”. “Nós, canadenses, ofendemos uns aos outros todos os dias, intencionalmente ou não. Isso faz parte da vida em uma sociedade tão vibrante. E, na maioria das vezes, lidamos com isso muito bem… Mas não é algo que incita ódio. O Código Penal estabelece um padrão claro do que pode ser considerado propaganda de ódio. Eu não sei como alguém em sã consciência pode dizer que isso [o nome de Jesus] chega perto desse padrão”.
Recentemente, na América do Norte outro caso similar chamou atenção da mídia pela luta de outro aluno que foi proibido de usar uma camiseta na escola com os dizeres “Jesus não é homofóbico”.
O Centro de Fé e Vida Pública enviou uma carta aberta à Superintendência Educacional da Província, denunciando o tratamento de Swinimer e oferecendo argumentos jurídicos em favor do aluno. “A menos que uma pessoa possa agir de forma não-prejudicial no diálogo público, inspirado por suas crenças religiosas, então não há liberdade religiosa”, diz um trecho da carta.
Varrick Day, pastor da Igreja Jesus the Good Shepherd, onde a família de Swinimer cultua semanalmente, disse que incentivou o estudante tímido a falar. “Não se trata de uma camiseta… mas é preciso defender que os nossos filhos e netos tenham o direito à liberdade de expressão e de religião.. Isso é algo que está sendo tirado em nossas escolas”, disse o pastor.
Enquanto o Centro aguarda uma resposta do Conselho Escolar, Swinimer pretende continuar a vestir a camisa, como ele explicou a imprensa local. “Eu acredito que vale a pena me posicionar e defender não só os meus direitos religiosos, mas também meus direitos como cidadão”, disse o aluno.
Traduzido e adaptado de National Post
Fonte: Gospel Prime
Por causa dos dizeres de sua camiseta, ele já recebeu várias suspensões e atualmente enfrenta uma punição de cinco dias. Mesmo assim, alega que não irá parar de usar a camiseta.
Faye Sonier, assessores jurídicos, para o Centro de Fé e Vida Pública, ligado à Associação Evangélica do Canadá, disse que as medidas disciplinares da escola foram “inapropriadas”.
“Era inadequado a escola a suspender o aluno. O estudante simplesmente exerceu seu direito à liberdade de expressão e de religião”, disse Sonier. “As escolas e conselhos escolares parecem pensar que as escolas públicas devem ser uma zona livre de religião, mas isso não é certo. Na verdade, a Suprema Corte do Canadá deixou claro que as escolas devem ser um espaço inclusivo e acolhedor para todos”.
Em uma entrevista a uma publicação canadense, a Superintendente Educacional da Província, Nancy Pynch-Worthylake, explicou que Swinimer teve problemas por que alguns colegas reclamaram sobre a camisa.
“Eu sei que estão dizendo por ai que, de alguma forma, nós não permitimos crenças religiosas na escola, algo que é totalmente falso”, disse Pynch-Worthylake ao jornal National Post. “A questão é que outros alunos estão dizendo ter sentido que tratava-se de uma crítica a suas crenças. Foi só isso o que aconteceu nesta situação”.
Sonier explica que a mensagem da camisa não poderia ser visto como um conteúdo ofensivo e que os alunos e professores da escola deveriam “superar isso”. “Nós, canadenses, ofendemos uns aos outros todos os dias, intencionalmente ou não. Isso faz parte da vida em uma sociedade tão vibrante. E, na maioria das vezes, lidamos com isso muito bem… Mas não é algo que incita ódio. O Código Penal estabelece um padrão claro do que pode ser considerado propaganda de ódio. Eu não sei como alguém em sã consciência pode dizer que isso [o nome de Jesus] chega perto desse padrão”.
Recentemente, na América do Norte outro caso similar chamou atenção da mídia pela luta de outro aluno que foi proibido de usar uma camiseta na escola com os dizeres “Jesus não é homofóbico”.
O Centro de Fé e Vida Pública enviou uma carta aberta à Superintendência Educacional da Província, denunciando o tratamento de Swinimer e oferecendo argumentos jurídicos em favor do aluno. “A menos que uma pessoa possa agir de forma não-prejudicial no diálogo público, inspirado por suas crenças religiosas, então não há liberdade religiosa”, diz um trecho da carta.
Varrick Day, pastor da Igreja Jesus the Good Shepherd, onde a família de Swinimer cultua semanalmente, disse que incentivou o estudante tímido a falar. “Não se trata de uma camiseta… mas é preciso defender que os nossos filhos e netos tenham o direito à liberdade de expressão e de religião.. Isso é algo que está sendo tirado em nossas escolas”, disse o pastor.
Enquanto o Centro aguarda uma resposta do Conselho Escolar, Swinimer pretende continuar a vestir a camisa, como ele explicou a imprensa local. “Eu acredito que vale a pena me posicionar e defender não só os meus direitos religiosos, mas também meus direitos como cidadão”, disse o aluno.
Traduzido e adaptado de National Post
Fonte: Gospel Prime
domingo, 6 de maio de 2012
Governo chinês quer fechar todas as igrejas evangélicas do país
O governo da China está lançando uma campanha de três fases para erradicar todas as igrejas evangélicas do país. Esse foi o teor do comunicado divulgado em abril pela Associação de Ajuda à China, ONG que envia missionários para solo chinês.
A estratégia do governo foi claramente delineada em um documento divulgado em setembro passado, durante uma aula de treinamento gerido pela Administração Estatal para Assuntos Religiosos da China.
De janeiro a junho deste ano, o documento revela que as autoridades locais estão conduzindo uma investigação completa, para listar as igrejas de todo o país que funcionam nas casas chinesas, e fazer dossiês completos sobre cada uma delas.
Na fase dois, nos dois anos seguintes, as autoridades irão encorajar as “igrejas não registradas” para se filiar ao Movimento Patriótico da Tríplice Autonomia, que monitora tudo o que acontece nos templos. A fase três, a ser concluída em até 10 anos, as igrejas que se recusam a seguir as regras seriam fechadas e os líderes condenados.
Os funcionários do governo também devem banir as palavras “igreja nos lares” de todos os relatórios sobre igrejas em sites e outros meios de comunicação. Agora, só podem usar o termo “reuniões em casas”, um termo que remete aos grupos reunidos em sites afiliados ao MPTA.
Em uma pesquisa recente, conduzida em várias províncias chinesas, mais de 95% dos líderes de igrejas caseiras disseram que já sentiram o impacto dessas investigações, enquanto 85% disseram que investigadores já haviam feito um dossiê sobre seu grupo.
“Desde o início de 2012, temos notado um aumento na freqüência da perseguição”, disse a Associação de Ajuda à China em um comunicado de imprensa. “Além da perseguição contínua das igrejas em Pequim, o número de casos semelhantes aumentou 20% em comparação ao ano passado e se espalhou para outras áreas, incluindo ações contra educação, publicação e livrarias cristãs.”
A campanha foi lançada em dezembro de 2010 através de um documento intitulado “Operação Repressão”, emitido pelo Comitê Central do Partido Comunista. Esta diretriz pedia às autoridades de todos os níveis para “levar” os cristãos das igrejas nos lares a freqüentar somente as igrejas registradas e aprovadas pelo governo e acabar com igrejas grandes que se reúnem também em grupos menores.
A Igreja Shouwang, que reúne mil membros, viu a pressão aumentar muito nos últimos meses. ”No ano passado … a nossa experiência com o Senhor era diferente a cada semana. Foi Sua graça e paz que nos protegeram e nos sustentaram até agora “, declara um líder da igreja
Essa operação também irá registrar todos os pastore, como uma maneira de continuar controlando o crescimento cristão e o surgimento de novas igrejas. Esse processo deverá estar concluído até o final de 2012, segundo um comunicado oficial.
Segundo o documento divulgado em setembro passado, o governo planeja usar “medidas humanas da lei de execução” para alcançar a erradicação total de igrejas nos lares. Ou seja, pastores que se negarem a cumprir a lei serão mortos por desobedeceram a lei.
Fonte: Gospel Prime
A estratégia do governo foi claramente delineada em um documento divulgado em setembro passado, durante uma aula de treinamento gerido pela Administração Estatal para Assuntos Religiosos da China.
De janeiro a junho deste ano, o documento revela que as autoridades locais estão conduzindo uma investigação completa, para listar as igrejas de todo o país que funcionam nas casas chinesas, e fazer dossiês completos sobre cada uma delas.
Na fase dois, nos dois anos seguintes, as autoridades irão encorajar as “igrejas não registradas” para se filiar ao Movimento Patriótico da Tríplice Autonomia, que monitora tudo o que acontece nos templos. A fase três, a ser concluída em até 10 anos, as igrejas que se recusam a seguir as regras seriam fechadas e os líderes condenados.
Os funcionários do governo também devem banir as palavras “igreja nos lares” de todos os relatórios sobre igrejas em sites e outros meios de comunicação. Agora, só podem usar o termo “reuniões em casas”, um termo que remete aos grupos reunidos em sites afiliados ao MPTA.
Em uma pesquisa recente, conduzida em várias províncias chinesas, mais de 95% dos líderes de igrejas caseiras disseram que já sentiram o impacto dessas investigações, enquanto 85% disseram que investigadores já haviam feito um dossiê sobre seu grupo.
“Desde o início de 2012, temos notado um aumento na freqüência da perseguição”, disse a Associação de Ajuda à China em um comunicado de imprensa. “Além da perseguição contínua das igrejas em Pequim, o número de casos semelhantes aumentou 20% em comparação ao ano passado e se espalhou para outras áreas, incluindo ações contra educação, publicação e livrarias cristãs.”
A campanha foi lançada em dezembro de 2010 através de um documento intitulado “Operação Repressão”, emitido pelo Comitê Central do Partido Comunista. Esta diretriz pedia às autoridades de todos os níveis para “levar” os cristãos das igrejas nos lares a freqüentar somente as igrejas registradas e aprovadas pelo governo e acabar com igrejas grandes que se reúnem também em grupos menores.
A Igreja Shouwang, que reúne mil membros, viu a pressão aumentar muito nos últimos meses. ”No ano passado … a nossa experiência com o Senhor era diferente a cada semana. Foi Sua graça e paz que nos protegeram e nos sustentaram até agora “, declara um líder da igreja
Essa operação também irá registrar todos os pastore, como uma maneira de continuar controlando o crescimento cristão e o surgimento de novas igrejas. Esse processo deverá estar concluído até o final de 2012, segundo um comunicado oficial.
Segundo o documento divulgado em setembro passado, o governo planeja usar “medidas humanas da lei de execução” para alcançar a erradicação total de igrejas nos lares. Ou seja, pastores que se negarem a cumprir a lei serão mortos por desobedeceram a lei.
Fonte: Gospel Prime
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